Água da Chuva, Podas e Manutenção da Bailarina

A Dorna de recolha de água da chuva encheu por completo e já tratámos de redireccionar parte da água excedente para o sistema de reaproveitamento de águas cinza enquanto não temos montado um sistema mais complexo e maior para armazenar a água a longo prazo. Durante a manhã de hoje o Sol espreitou e nós tratámos de continuar com as podas de inverno que andavam a ser adiadas há algum tempo. Todas estas podas serão reduzidas a elementos mais curtos que serão armazenados e secados para serem utilizadas nos nossos sistemas de aquecimento a biomassa reduzindo desta forma a necessidade de inputs exteriores. Libertámos finalmente o nosso maior loureiro de todos os ramos ladrões e rebentos secundários, equilibrando o seu aspecto e futuro desenvolvimento. O sabugueiro está lindo e estamos desejosos de recolher parte das flores para fazermos o nosso xarope de sabugueiro. Quando a manutenções materiais, a nossa bailarina estava a criar alguma ferrugem exterior como é natural, por ser um conceito que trabalha com água, vapor de água, condensações, diferenças térmicas, etc…  Removemos o que foi possível e ao acendermos o conceito para o banho do dia, aproveitámos a temperatura elevada do corpo de ferro fundido e pincelámos toda a superfície com azeite, da mesmo forma que se faz a manutenção em utensílios de cozinha em ferro fundido. O calor ajuda a gordura a penetrar mais profundamente, protegendo o ferro do cepo da bailarina da oxidação! 😉

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