Início de Ano no Projecto Permabio

Depois de um jantar leve de final de ano, na tranquilidade do nosso lar, foi num ritmo calmo que iniciámos o ano novo na rua aproveitando os dias de Sol, metendo mãos na terra e cuidando do espaço para receber alguns amigos. Este ano vamos concentrar-nos em melhorar a nossa saúde e o bem-estar físico e espiritual. Para isso temos apostado no descanso, na nutrição e em caminhadas à beira-mar sempre que possível. Na rua está tudo crescido e verdinho e estamos a deixar a natureza tomar o seu curso. Estamos a aguardar por alguns dias sem chuva no próximo quarto minguante até à lua nova para iniciarmos o ciclo de podas e trituração e continuamos o processo de regeneração do solo, visto que a partir do final da primeira semana de Janeiro, o frio a sério chegou e na última semana o quarto crescente veio acompanhado de chuva. Com o frio e com a chuva temos estado mais recolhidos e a tratar de reparações e manutenções electrónicas de equipamentos. Mais calmos sim, mas sempre em acção! Até já! 😉

Difícil é ficar quieto durante muito tempo! Bom Ano para todos! ;)

Depois de noites fabulosas de Lua Cheia e depois de alguns dias de Sol. ficar parado é difícil, e agora, mesmo a terminar o ano de 2018, gostamos de entrar num novo ano, de cara renovada, com tudo mais arranjado, mais limpo e a manutenção realizada atempadamente. Hoje esteve um dia maravilhoso e era impossível não vir para a rua. Organizámos e protegemos o composto de resíduos humanos finalizado, para nos servir nas próximas plantações, temos vindo a mondar e a fazer novas plantações na horta, algumas podas pelo terreno e hoje ainda demos um jeito valente no espaço da capoeira. No interior, fizemos alguma poda de árvores, remoção de todos os restos vegetais do solo, palha e “fertilizante de galinha”. As podas serão posteriormente trituradas mas com o restante material criámos uma pilha de composto, que permitiu encher por completo o compostor do espaço dos animais. Fomos regando entre camadas e dentro de algum tempo teremos mais um ponto de recolha de composto no espaço.

Da parte da tarde fomos até ao mar, como é hábito todos os finais de ano! Até para o ano e um bom ano para todos! 😉

Fazer acontecer, mas saber parar, observar e contemplar!

No decorrer das nossas actividades, há sempre tempo para parar, observar e contemplar a beleza que nos rodeia e o pequeno paraíso que estamos ainda longe de concluir, mas que tem sido um prazer fazer acontecer. A luz desta época tem um tom especial, bem como os seus reflexos. A temperatura do Sol convida a estar na rua e esta semana chegámos inclusive a almoçar na nossa mesa exterior móvel, mesmo no meio do quintal. Tudo está verdinho e muito bonito, as Calêndulas, a Borragem e a Erva pata estão de volta para ajudar a nutrir os polinizadores. As capuchinhas, as alfaces e os alhos francês crescem a olhos vistos e estamos já a preparar novos canteiros para receberem mais culturas de inverno. Gostávamos ainda de ter tempo para preparar um espaço novo para semear trigo barbela! Vamos ver o que conseguimos fazer nas próximas semanas! 😉

Na última semana estivemos a preparar os produtos para a Feira de Natal, ao mesmo tempo que fomos avançando com a manutenção do espaço. Entre podas de árvores pequenas e monda de ervas indesejadas, fizemos manutenção na rede do galinheiro, limpámos a capoeira, transplantámos ou plantámos definitivamente algumas plantas e tudo o resto que vai sendo necessário de forma a manter o espaço com alguma harmonia. Nem sempre conseguimos chegar a tudo quando queremos, mas todos os dias são dias de trabalho, seja de limpeza, manutenção ou upgrade! 😉

 

 

Um Novo Ciclo de Celebrações

Demos início ao novo ciclo de celebrações de Final de Ano, com a montagem em família, do nosso conceito minimalista de Árvore de Natal. Somos gratos pela onda de generosidade característica desta época e queremos agradecer em especial, as ofertas/doações de equipamentos que os nossos amigos Riikka e Pedro, fizeram recentemente. Vamos dar uma segunda vida a esses equipamentos, restaurando-os e/ou reutilizando-os em futuros projectos evitando que vão parar um aterro ou que sejam desmantelados enquanto estiverem a funcionar em condições. Uma das ofertas foi um velhinho portátil, que é uma robusta máquina de guerra de 2003, mas que já tratámos de começar o processo de limpeza, para podermos passar à fase seguinte da sua recuperação. Obrigado por estas prendinhas antecipadas! 😉

Aproxima-se o Inverno e há que Proteger as Madeiras

O Inverno está prestes a bater-nos à porta e não há tempo a perder. Depois de alguns dias sem chuva, a manhã de hoje apresentou-se finalmente com Sol, resultando num dia fantástico, que aproveitámos para tratar da protecção das madeiras dos nossos conceitos. Todos participámos incluindo a pintora júnior e neste momento a manutenção das madeiras do WC seco / Gerador ficou concluída! 😉 Em breve teremos de atacar com protector no Abrigo Hobbit, na porta do Yurt e no balcão da Cozinha exterior.

Evolução do Espaço Nov. 2018 – Manutenção, Recolha e Transformação.

Depois da grande chuvada desta semana, todos os depósitos de captura de água da chuva, estão cheios e disponíveis para os diferentes usos. Felizmente nos últimos dias, o Sol regressou e aproveitámos logo para colocar mãos na massa.

Adicionamos mais espécies na horta de inverno completando camas com Alho Francês, Cebola, Alface, Cenoura e Couve Roxa, fizemos transplantações de plantas em vaso para vasos maiores e colocámos definitivamente um pessegueiro na terra numa cova bem cheia do composto bem curtido resultante da compostagem do output das nossas sanitas secas.

Estamos a preparar novas mudas para espalharmos pelo espaço e estamos felizmente a assistir cada vez mais, á germinação de espécies por auto-sementeira como Calêndulas, Borragem, Acelgas, Rúcula, Urtigas, Hortelã, Cidreira, etc…

Sempre que podemos, recolhemos no jardim, plantas específicas para alimentar a nossa galinha, que oferecemos juntamente com minhocas californianas do nosso vermicompostor. Esta nossa parceira por sua vez consome o que erradamente muita gente ainda entende como espécies invasoras ou pragas (plantas e animais) e transforma-as numa forma de alimento que pode ser utilizado para consumo interno ou como moeda de troca.

Está tudo a ficar verdinho e bem bonito com a camada vegetal regenerada, pelo que temos recolhido plantas medicinais excedentes para secar e até a nossa menina tem dado uma ajuda, a cortar erva príncipe, agora que já domina a utilização da tesoura! 😉

Por fim, queremos agradecer a quem tem investido em nós e agradecer o apoio dado das mais variadas formas. Com a vossa ajuda e pouco a pouco, este espaço que era um depósito de lixos há três anos, tem vindo gradualmente a tornar-se num pequeno paraíso. No processo temos ajudado quem nos procura e inspirado quem anseia por mudança. Obrigado a todos.

Nos Intervalos da Chuva

Esta semana temos mantido maioritariamente actividades no interior, aproveitando para restaurar um antigo leitor de cassetes dos anos 80, que se encontrava com inúmeros problemas.

Ontem a chuva deu tréguas e tivemos a oportunidade de irmos assistir a várias palestras no primeiro TEDx Peniche. Obrigado a todos envolvidos na organização e concretização desta primeira edição. Foi um dia de partilha e de “vínculos” criados com velhos e novos amigos. Um obrigado especial ao participante que através da sua generosidade ofereceu o bilhete que nos permitiu estarmos presentes.

Hoje, ainda no intervalo de tempo sem chuva, foi meter mãos na massa, mal acordámos. Subi para o telhado, limpei o painel fotovoltaico, corrigi a sua posição para uma inclinação de 70º, para a maximizar a captura de energia e aproveitei ainda para limpar o interior de todas as tubagens de extracção de fumos. De seguida, passámos para a remoção da cúpula do yurt para podermos enfiar a capa de telhado velha, que mandámos recozer. Desta forma, pretendemos poupar e estender a duração da capa nova que ficou agora mais protegida por baixo da mais antiga. Por fim, voltou a montar-se a cúpula e fixou-se a capa exterior.

Nos breves instantes antes de começar a chover de novo, atacámos ainda na poda de alguns elementos que foram logo triturados e deixada a estilha no mesmo local, para acelerar desta forma, o processo de regresso de nutrientes à terra. Queimadas é para gente ignorante! Aqui trabalha-se com a natureza e não contra ela.

A nossa menina aproveita para brincar na rua enquanto observa na horta, que as culturas de inverno estão a desenvolver-se bem e que a galinha, completamente renovada com esta passagem de ano, está a dar conta das suas tarefas e explorações, deixando diariamente o seu ovo e controlando a bicharada no terreno. Em breve temos de tentar encontrar-lhe umas companheiras.

Como grande tarefa antes da chegada definitiva do inverno, fica apenas a faltar a limpeza e aplicação do protector de madeira no atrelado WC gerador e no abrigo hobbit.

Energia, Colheitas, Composto e Restauros

Esta semana, transformámos podas do terreno, em lenha para este inverno e fomos até ao pinhal recolher pinhas, para servirem de acendalha dos nossos conceitos a lenha. Entretanto conseguimos reunir mais elementos de madeira que vamos desfazer e cortar em breve para juntar ao que recolhemos e organizámos no telheiro da lenha.

Ainda no nosso espaço, aproveitámos para reparar algumas ferramentas, adaptando, lixando e protegendo a madeira das mesmas, melhorando a sua utilização e durabilidade.

Por vezes, gostamos também, de ir reenergizar a outros espaços, pelo que demos uma escapadinha até uma terra vizinha, onde ainda existe um espaço limitado mas com uma mata diversa onde se podem observar zonas em estádios mais evoluídos.

Continuamos a colher figos de final de época, bem como, os nossos milhos tradicionais e  tomates adaptados ao nosso clima e solo. As novas culturas estão a desenvolver-se bem e em breve publicamos fotos sobre a sua evolução.

Hoje revolvemos o nosso composto para soltar, arejar e peneirar parte do mesmo, retirando os pequenos resíduos plásticos que infelizmente ainda vamos encontrando no solo. Outros vêm mesmo misturados nas aparas de madeira que vêm da carpintaria. Depois de limpinho, voltámos a cobrir com restos vegetais secos para manter a humidade e protegê-lo da acção do Sol e está pronto a usar nos próximos canteiros.

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Evolução do Espaço – Out. 2018

Esta semana tem sido de imenso trabalho, cuidando das novas plântulas, podando e transformando ramos indesejados, ao mesmo tempo que vamos substituindo algumas plantas anuais ou algumas que não prosperaram como desejado. Aos poucos vamos afinando e embelezando o espaço, aproveitando para triturar toda a matéria e cobrindo o solo com a mesma. Sob vigilância, vamos permitindo que as nossas galinhas acedam a novos espaços para controlar invasoras, insectos indesejados e fertilizar o solo.

Neste momento, continuamos a colher figos de outra figueira que os disponibiliza agora, tivemos ainda alguns marmelos duma pequena árvore muito jovem e até já temos alguma tangerinas boas, mas fora de época. Continuamos a renovar as sementes nativas tradicionais de milho que nos foram cedidas há dois anos e neste momento já contamos com muitas mais do que as que nos foram oferecidas! 😉

Hoje, tivemos a oportunidade de cortar e ficar com a matéria de uma nespereira morta que estava no terreno do vizinho. Assim vamos poder transformar esta árvore morta em lenha para o inverno e em cobertura de solo para os caminhos. Os próximos tempos serão de transformação, recolha e protecção preparando o espaço para o inverno que vai chegar.

“Lixos” de Jardim

Depois de dois finais de dia inspiradores junto ao mar, ao regressarmos a casa, deparamo-nos com um monte enorme de ramos e arbustos junto ao contentor do lixo. É incrível como em pleno séc. XXI, ainda existam mentes “brilhantes”, que colocam os “Lixos” de Jardim no caixote da rua ou junto a ele. É do mais idiota possível ter-se um jardim ou um quintal e depois de podar árvores, arbustos e cortar a relva, ter a fantástica ideia de ir deitar tudo “fora”. Desta forma não só retiram fertilidade ao seu solo, como criam um problema para “outro alguém” resolver. Outra idiotice para a qual não tenho tolerância são as queimadas. Estas ainda mais danosas para o solo e para o ar, além de que são potenciais causadoras de incêndios.

Resumindo, recolhemos logo na hora, o que alguém deitou fora de forma errada e transformámos um problema numa oportunidade. Hoje depois de tratarmos o espaço dos animais dedicámos o dia todo à trituração desses recursos gratuitos, distribuindo-os nos espaços menos férteis que temos. Já mais ao final do dia, podámos um dos nossos sabugueiros que estava bastante descontrolado e como “pessoas normais” que pensam, deixámos toda a matéria triturada ao redor da árvore, adicionando desta forma, água, nutrientes e protecção de solo, ao mesmo tempo que fizemos evoluir e acelerar numa hora, o que a natureza demoraria meses ou um par de anos a fazer. A nossa menina esteve envolvida em todo o processo, trazendo ramos para triturar e levando a estilha no seu carrinho de mão para fertilizar os canteiros ou como ela diz, dar papinha às plantas! Ehehe

Esta semana também já conseguimos ter totalmente plantados, com culturas de inverno, os três canteiros que preparámos anteriormente. Tudo está a evoluir gradualmente e temos de continuar com os trabalhos de preparação para o inverno.

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Utopia vs Realidade

Por vezes, apanhamos com o “filme” de certas “cabecinhas pensadoras”, que acham piada ao que fazemos, mas meter a massa cinzenta a processar dá muita chatice e então para estes, tudo o que fazemos e defendemos, são utopias. Na realidade, limitamo-nos a viver de forma simples, utilizando o mais possível, aquele bocado de chicha que temos entre as orelhas. Somos especialistas a fechar ciclos e a jogar o jogo da vida, com as ferramentas que a natureza nos deu. O alimento que a terra deu, foi processado no nosso organismo, excretado pelo mesmo, e o resultado, devidamente compostado e transformado de novo em solo, que hoje fertiliza os nossos canteiros, preparando-os para a próxima época produtiva. Será que é assim tão utópico? 😉

Resumindo, o ciclo da alimentação fechou-se hoje aqui, de uma forma bastante simples, num processo que demora quase dois anos, Nesse processo temos pessoas felizes e verdadeiramente ecológicas, que não poluem água potável com descargas de sanitas. Temos pessoas divertidas, curiosas e participativas no processo de peneiragem e preparação dos próximos canteiros que nos darão mais e melhor comida. Há fertilizante natural biológico em abundância a ser aplicado na produção das próximas culturas, há passeios de carrinho de mão e aulas de biologia com mãos na massa. Por fim, há também muitas sementinhas de girassol para a nossa menina recolher, trabalhando várias competências assentes em prazer, curiosidade e utilidade prática.

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Aprende a Gerir a tua Própria M…

Um tema que parece tabu para muitos, para nós é perfeitamente normal, até porque mais do que nos alimentarmos maioritariamente de forma vegetariana ou vegan, mais do que recolhermos água da chuva ou mais do que produzirmos a maior parte da nossa necessidade energética, continuamos a afirmar que há muito para fazer quanto aos “outputs” humanos. Toda a gente hoje em dia é “ecológica”, todos fazem isto e aquilo, mas infelizmente quase todos utilizam uma sanita convencional onde descarregam em água potável, desperdiçando um número brutal de energia e recursos que seriam uma grande base de um sistema equilibrado e verdadeiramente ecológico.

Há soluções, mesmo para quem vive na cidade ou num apartamento, mas ninguém quer ter o trabalho de pensar nelas. No entanto são muitos os que partilham incessantemente nas redes sociais as campanhas de sensibilização de limpeza das praias e as campanhas de poupança de água, etc, etc…

Número 1 – foi excretado? ok, tem de ir parar ao solo e não despejado num meio aquático para ser transportado para outro lugar.

Número 2 – Cobrir sempre com matéria orgânica seca, rica em carbono (palha, aparas de madeira, serradura, etc…)

Número 3 – Pode ser regado para manter o nivel de humidade

Número 4 – Repetir até o compostor ou o espaço destinado estar cheio

Número 5 – Criar um novo espaço de compostagem e repetir os pontos 1 a 4 deixando o primeiro compostor ou espaço de compostagem repousar durante um ano e meio.

Número 6 – Passado um ano e meio, recolher um maravilhoso solo rico em nutrientes para alimentar vasos, covetes de germinação ou canteiros de hortas

P.S- Para quem vive em apartamento ou na cidade tem mais lógica colocar o conteúdo de uma sanita seca nos contentores de lixo orgânico do que despejá-lo em água potável. Pensem nisso!

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Colhendo Batata Doce, Tupinambo e Tomate

Aos poucos o solo vai maturando e suportando espécies mais exigentes ou mais complexas relativamente ao solo que aqui encontrámos há três anos. Este ano, colhemos as nossas primeiras batatas doces de um pequeno canteiro experimental, em que o solo não foi preparado ou remexido, não foi fertilizado e apenas foi utilizada uma técnica simples de cobertura com cartão e palha. Desta experiência em pequena escala ainda conseguimos colher quase 4kg de batata doce! 😉 Colhemos pela primeira vez tupinambo e os tomates tem sido aquela base constante, todos os dias, vários por dia de forma regular. Debaixo das folhas e plantas de batata doce, debaixo da camada de palha e da camada de cartão, encontrámos matéria orgânica decomposta recentemente e ainda encontrámos uma nova habitante que se refugiou neste ambiente húmido de um canteiro que está todo o dia exposto ao Sol. Esta é mais uma prova de que a cobertura de solo é muito importante tanto na regeneração do solo como na manutenção da actividade biológica do mesmo.

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Fabricando Cobertura de Solo

Durante as duas últimas semanas temos investido tempo na manutenção do espaço. Uma das prioridades é manter o solo coberto, seja para uma maior retenção de humidade e matéria orgânica ou para favorecer e suportar a actividade biológica do solo. Triturámos todos os ramos e podas que estavam em espera e um volume enorme de canas, transformando assim um problema numa oportunidade. Desta forma gradualmente teremos um solo mais rico, mais vivo e com uma maior capacidade de regeneração e produção. Esta estilha foi principalmente utilizada na cobertura de canteiros e ao redor de todas as árvores.

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