Evolução do Espaço – Primeira Quinzena da Julho

Neste momento, colhemos diariamente tudo o que a natureza nos oferece ao seu ritmo. Um par de tomates dali, umas folhas de alface daqui, uma cebola de acolá, um alho francês, uns rabanetes e umas folhas de couve e rúcula do outro lado. As árvores já dão Figos e Peras, as Ameixas vêm a caminho juntamente com os Marmelos e as Pêras mais tardias. Nunca vimos tantas abelhas e especialmente Zangões que incansavelmente nos ajudam na manutenção do espaço. A luta contra as “infestantes” vai sendo resolvida aos poucos e de forma manual, dirigindo essa matéria “inoportuna”, transformando-a numa oportunidade na pilha de composto, à volta das árvores ou na alimentação das galinhas que transformam todos os nutrientes em ovos. Aqui ficam alguns registos fotográficos:

Mudas de Plantas.

Ainda durante a manhã de hoje e depois de tratarmos do espaço das nossas Pretas, procedemos a algumas mudas de plantas para os canteiros que temos vindo a reparar ao longo do tempo.

Fizemos mudas de plantas que germinámos ou propagámos. Neste caso, Alho, Erva Príncipe e Couve Galega.

Ainda estamos a dar passos pequenos quanto ao plantio de espécies e consociações de plantas, e sabemos que temos muito que aprender, mas por enquanto estamos a passar por uma fase de observação e experiências de acordo com a resposta da própria natureza em relação ás culturas que estão adaptadas ao clima e solo do nosso espaço.

Colocámos os alhos num canteiro com alguns bolbos de Erva Príncipe pelo meio e as Couves Galegas foram para outro canteiro, pois sabemos que não se devem juntar alhos ou cebolas com couves pois formam uma consociação desfavorável.

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